O Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social registou, em 2025, a criação de 220.509 postos de trabalho, os dados foram apresentados, hoje, no Cuanza-Norte, pela ministra Teresa Rodrigues Dias, durante o primeiro Conselho Consultivo de 2026, que decorre de 18 a 20 de Março.

A ministra destacou a importância de continuar estar empenhada em garantir que os empregos sejam estáveis e contribuam para o desenvolvimento das comunidades, gerando renda para o sustento das famílias e ajudar a evitar que um grande número permaneça em situação de vulnerabilidade ou pobreza.

A abertura do Conselho Consultivo contou com a presença do governador do Cuanza-Norte, João Diogo Gaspar e do secretário de Estado para Administração Pública, Domingos Filipe, assim como os responsáveis do sector e parceiros sociais.

A ministra destacou que o primeiro Conselho Consultivo do MAPTSS de 2026, tem como o lema:, “Justiça Laboral Garantida, Trabalho Digno Promovido”, com objectivos principais, de fazer o Balanço das acções Programadas e Concretizadas em 2025, assim como definir as metas, prioritárias, estratégias e políticas do sector para este ano.

Teresa Rodrigues Dias esclareceu que a escolha do lema deste ano, serve para lembrar que os direitos dos trabalhadores devem ser respeitados e aplicados, tal como define a Lei Geral do Trabalho.

“Temos feito todo o possível, para cada vez mais aprimorar as condições e pressupostos para que o trabalho digno seja uma realidade no país, onde o Estado deve incentivar e apoiar para que existam condições justas de trabalho, assim como continuar a implementar a higiene e segurança no trabalho e o respeito escrupuloso na remuneração decente dos trabalhadores”, disse a ministra.

A governante acrescentou que o princípio da protecção defende o salário mínimo nacional, horário de trabalho regular, segurança no trabalho, igualdade de oportunidades, combate ao assédio, discriminação e a exploração também fazem parte dos pressupostos do trabalho digno.

Para o efeito, disse, é importante, também, manter o diálogo Social com os Parceiros Sociais), assim como a estabilidade e acesso a justiça para se fazer valer os seus direitos.