Teresa Rodrigues Dias fez um enquadramento histórico, recordando que a inserção da mulher no mercado de trabalho remonta desde o início do século XIX, época em que se acreditava apenas no homem como único responsável de prover as necessidades da família, enquanto à esposa, cabia zelar pela ordem do lar e educação dos filhos.
Ao longo dos anos, disse, as mulheres passaram a ter acesso ao ensino superior e ao ingresso no mercado de trabalho, ainda, que de forma limitada. “Actualmente, há mais presença da figura da mulher contemporânea e madura, que revela notável competência para o universo empresarial e para o mercado de trabalho em geral”.
Essa realidade, destacou, decorre do processo de globalização que estimulou a conscientização das mulheres, levando-as a reconhecer as suas potencialidades e habilidades, com a finalidade de ocupar posições de liderança que, até então, eram privilégio exclusivo dos homens.
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