Outra novidade do projecto, apontada pelo director, é o surgimento de cursos adequados aos desafios com a implementação do Corredor do Lobito, deste modo, os Centros de Formação vão oferecer cursos ajustados às oportunidades que o local vai oferecer.

Durante os esclarecimentos sobre o Jovem +, Manuel Mbangui realçou ser importante alinhar a comunicação com os órgãos, porque houve mudanças significativas neste projecto, fundamentalmente com a implementação dos estágios profissionais, onde o tempo de preparação do programa, anteriormente, era aberto durante o ano todo.

Neste processo, disse, os candidatos eram recebidos de forma quase que imprevisível, e dependiam efectivamente dos recursos do Orçamento Geral do Estado e do Fundo Nacional de Emprego (FUNEA). “Agora vamos ter períodos específicos do ano para abertura de candidaturas das empresas e analisar a disponibilidade dos tutores para acompanhar os estagiários.

O critério de transparência do Jovem +, revelou, é levado a sério por isso o programa tem canais de denúncias para qualquer pessoa que se sinta limitado em aderir ao programa ou sinta qualquer prática que viole os procedimentos, sendo que para o efeito foram contratados técnicos ligados à violência baseada no género e ligados às questões de ilegalidade.