Manuel Mbangui esclareceu que o projeto faz parte de uma coordenação política e estratégica, coordenada pelo MAPTSS com a participação dos Ministérios do Planeamento, Finanças, Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Juventude e Desportos, que prevê a inserção de cerca de 500 mil jovens no mercado de trabalho directos, através de várias oportunidades de emprego, melhoria de projectos e das suas condições de vida, através de um financiamento do Banco Mundial, estimado em 250 milhões de dólares.
O objetivo principal do projecto, revelou, é melhorar o acesso dos jovens angolanos, com oportunidades de rendimento, emprego digno e empreendedorismo sustentável, onde pelo menos 40 por cento dos estágios serão destinados a mulheres e 6 por cento a pessoas portadores de deficiência.
A actuação do Jovem +, garantiu, será em todas as áreas, desde a logística, transporte, comunicação, serviços de comércio, sendo mais abrangente, com uma particular atenção no domínio da agricultura e agronegócios.
Os jovens também vão beneficiar de apoio esquerdo, através do subsídio para o início do seu negócio, com uma diferença em relação aos demais programas, sendo que este subsídio não será reembolsado, ou seja, vai ser atribuído em função do plano que o jovem vai apresentar, sem exigência de garantias.
O objectivo, explicou, é materializar todos esses recursos em projectos concretos, onde uma equipa de especialistas vai garantir a execução e acompanhamento destes jovens, com todas as suas acções, desde a divulgação, preparação até a atribuição dos próprios financiamentos.
Manuel Mbangui informou que o projecto vai começar com a aceleração do programa de estágios profissionais remunerados, para esta componente estarão abertas até 2030, 40 mil vagas. Para este ano, já estão disponíveis quatro.
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