A Ministra de Estado para a Área Social, Maria do Rosário Bragança considerou, hoje, em Luanda, que o Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) é um pilar indispensável para a inclusão e desenvolvimento socioeconómico do país, pelo facto de ser um processo que vai transformar a vida dos cidadãos.

A ministra de Estado falava durante o lançamento do RVCC, que contou com a presença da ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Teresa Rodrigues Dias, a embaixadora da República do Quénia em Angola, Joyce Kahasimwa M’Maitsi, secretários de Estado, e a drectora-geral do Instituto Nacional de Qualificações (INQ), Edgarda Sacramento Neto.

O RVCC é um instrumento do Sistema Nacional de Qualificações, que visa elevar o nível de qualificação da população ecomicamente activa, por via da promoção das competências adquiridas ao longo da vida, dando a possibilidade da sua progressão escolar e a integração sócio-profissional.

O programa é coordenado pelo Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, através do Instituto Nacional de Qualificações (INQ).

A ministra de Estado reconhece a importância de que não é possível haver atividade profissional sem competências, porque são indissociáveis.

As competências no mercado de trabalho, disse, ganham forma, valor e desenvolvem-se através de processos contínuos de aprendizagem ao longo da vida, que vem como a melhoria da qualificação de todos os cidadãos, é, portanto, um fenómeno mundial. “Nós temos a revolução tecnológica a influenciar a nossa vida, como também a necessidade de reconhecer as competências dos indivíduos”, considerou.

Maria do Rosário Bragança informou que mesmo nos países desenvolvidos, este processo é parte integrante das políticas de educação e formação, o que reflecte não só a importância da aprendizagem, mas sobretudo a adaptação das competências, da força do trabalho, às demandas do mercado. Isto é cada vez mais gritante, à medida que esta revolução tecnológica se torna mais presente nas vidas dos cidadãos, muitas vezes até substituindo profissões.

Estas políticas, sublinhou, facilitam a inclusão social, mesmo em países desenvolvidos, e obviamente que assim promovem uma economia mais dinâmica e competitiva.

E para as economias como a de Angola, disse, onde na sua maioria é informal tem preponderância, e ainda por cima com uma população predominantemente jovem. Este processo é uma ferramenta poderosa do Sistema Nacional de Qualificações que melhora a empregabilidade, a inclusão social e o desenvolvimento do capital humano.

A concretização do processo do RVCC, realçou, é o cumprimento de uma das medidas da política plasmada no Plano de Desenvolvimento do Capital Humano de Angola, 2023-2037, mais especificamente no seu Programa de Ação número 2, que contempla a formação profissional no seu Eixo 5, que é relativo à valorização da formação não formal e à autoformação, incluindo a criação de mecanismos para a sua validação e certificação.

Com este lançamento do RVCC, a governante aproveitou recordar uma afirmação do Presidenta da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, a quando da Conferência Nacional sobre o Capital Humano e o Desenvolvimento de Angola, que teve lugar no ano passado, em Luanda, citando, “o verdadeiro poder de uma nação reside na capacidade dos seus cidadãos de transformar ideias em soluções, face aos principais problemas da sociedade, encarar os desafios como oportunidades e tornar os sonhos realidades de progresso social e prosperidade nacional”, fim de citação.

A ministra de Estado reconhece que um grande número de cidadãos muitas vezes não são aceites no mercado de trabalho porque não conseguem provar que são detectores de competências, por isso carecem de valorização e certificação que os habilitam ao exercício de uma profissão.

“Portanto, temos que ter todos os esforços institucionais, técnicos e materiais dirigidos para que os cidadãos sintam que daqui em diante este processo é real e é importante e tem impacto. Deve ser dada uma atenção especial aos técnicos e avaliadores internos que farão o reconhecimento de competências, usando sobretudo o Catálogo Nacional de Qualificações Profissionais. A implementação efetiva do RVCC constitui uma mudança de paradigma no nosso país”, considerou.

Ministra de Estado considera que RVCC serve para transformar a vida dos cidadãos e do país

A Ministra de Estado para a Área Social, Maria do Rosário Bragança considerou, hoje, em Luanda, que o Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) é um pilar indispensável para a inclusão e desenvolvimento socioeconómico do país, pelo facto de ser um processo que vai transformar a vida dos cidadãos.

A ministra de Estado falava durante o lançamento do RVCC, que contou com a presença da ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Teresa Rodrigues Dias, a embaixadora da República do Quénia em Angola, Joyce Kahasimwa M’Maitsi, secretários de Estado, e a drectora-geral do Instituto Nacional de Qualificações (INQ), Edgarda Sacramento Neto.

O RVCC é um instrumento do Sistema Nacional de Qualificações, que visa elevar o nível de qualificação da população ecomicamente activa, por via da promoção das competências adquiridas ao longo da vida, dando a possibilidade da sua progressão escolar e a integração sócio-profissional.

O programa é coordenado pelo Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, através do Instituto Nacional de Qualificações (INQ).

A ministra de Estado reconhece a importância de que não é possível haver atividade profissional sem competências, porque são indissociáveis.

As competências no mercado de trabalho, disse, ganham forma, valor e desenvolvem-se através de processos contínuos de aprendizagem ao longo da vida, que vem como a melhoria da qualificação de todos os cidadãos, é, portanto, um fenómeno mundial. “Nós temos a revolução tecnológica a influenciar a nossa vida, como também a necessidade de reconhecer as competências dos indivíduos”, considerou.

Maria do Rosário Bragança informou que mesmo nos países desenvolvidos, este processo é parte integrante das políticas de educação e formação, o que reflecte não só a importância da aprendizagem, mas sobretudo a adaptação das competências, da força do trabalho, às demandas do mercado. Isto é cada vez mais gritante, à medida que esta revolução tecnológica se torna mais presente nas vidas dos cidadãos, muitas vezes até substituindo profissões.

Estas políticas, sublinhou, facilitam a inclusão social, mesmo em países desenvolvidos, e obviamente que assim promovem uma economia mais dinâmica e competitiva.

E para as economias como a de Angola, disse, onde na sua maioria é informal tem preponderância, e ainda por cima com uma população predominantemente jovem. Este processo é uma ferramenta poderosa do Sistema Nacional de Qualificações que melhora a empregabilidade, a inclusão social e o desenvolvimento do capital humano.

A concretização do processo do RVCC, realçou, é o cumprimento de uma das medidas da política plasmada no Plano de Desenvolvimento do Capital Humano de Angola, 2023-2037, mais especificamente no seu Programa de Ação número 2, que contempla a formação profissional no seu Eixo 5, que é relativo à valorização da formação não formal e à autoformação, incluindo a criação de mecanismos para a sua validação e certificação.

Com este lançamento do RVCC, a governante aproveitou recordar uma afirmação do Presidenta da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, a quando da Conferência Nacional sobre o Capital Humano e o Desenvolvimento de Angola, que teve lugar no ano passado, em Luanda, citando, “o verdadeiro poder de uma nação reside na capacidade dos seus cidadãos de transformar ideias em soluções, face aos principais problemas da sociedade, encarar os desafios como oportunidades e tornar os sonhos realidades de progresso social e prosperidade nacional”, fim de citação.

A ministra de Estado reconhece que um grande número de cidadãos muitas vezes não são aceites no mercado de trabalho porque não conseguem provar que são detectores de competências, por isso carecem de valorização e certificação que os habilitam ao exercício de uma profissão.

“Portanto, temos que ter todos os esforços institucionais, técnicos e materiais dirigidos para que os cidadãos sintam que daqui em diante este processo é real e é importante e tem impacto. Deve ser dada uma atenção especial aos técnicos e avaliadores internos que farão o reconhecimento de competências, usando sobretudo o Catálogo Nacional de Qualificações Profissionais. A implementação efetiva do RVCC constitui uma mudança de paradigma no nosso país”, considerou.