Aministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social anunciou, ontem , em Luanda, que a expansão da Segurança Social não vai deixar ninguém de fora do sistema contributivo, passando a incluir o trabalhador informal, composto por camponeses, jovens empreendedores e zungueiras.

TeresaRodrigues Dias alertou que a adaptação do sistema à nova realidade económica de Angola deve proteger os mais vulneráveis, sendo os idosos, crianças e as pessoas com deficiência.

Aministra falava durante a abertura do Conselho Consultivo do Instituto Nacional de Segurança Social de 2026, que tem como lema, “Consolidação Institucional e Expansãoda Protecção Social Obrigatória”, que decorre de 7 a 8 de Maio.

TeresaRodrigues Dias destacou que para a materialização e melhoria da Protecção Social Obrigatória, há necessidade imperiosa da consolidação institucional, porque não há expansão possível, sem alicerces sólidos.

Este elemento, destacou, deve estar baseado na consolidação da instituição, para reforçar a transparência, modernizar os processos e garantir que cada dinheiro arrecadado, se traduza em protecção efectiva dos segurados e pensionistas, assim como na capacitação contínua dos quadros, a fim de, estarem preparados para digitalizar os serviços e combater a fraude com rigor.

A universalização da segurança social, disse, não é apenas uma meta estatística, é um imperativo de justiça social que felizmente, com muito esforço, tem dado passos certeiros, rumo a sua concretização. “É precisamente neste ponto, quandoreflectimos sobre o caminho percorrido e o que ainda temos por construir. Osdados ganham particular significado, mais do que números. Eles são a expressão concreta do impacto da acção e o espelho da confiança que os cidadãos depositam no Sistema de Protecção Social Obrigatório (PSO).

A governante considerou que o empenho no processo de construção de um Sistema de Segurança Social, é cada vez mais sólido, inclusivo e ajustado às exigências dos tempos modernos. Por essa razão, o Conselho Consultivo constitui um pilar essencial na arquitectura de governação do INSS.

“É neste fórum que se consolidam orientações, avaliam resultados e projectam soluções estruturantes para os principais desafios que este órgão enfrenta”, disse.