A ministra sublinhou que os resultados de uma instituição reflectem, antes de tudo, os valores que norteiam a sua actuação. É por essa razão que reiterou alguns princípios inegociáveis que devem pautar pela conduta profissional, designadamente, a disciplina, “devemos cumprir rigorosamente os compromissos assumidos. Isto implica pontualidade, respeito aos prazos estabelecidos, independentemente da supervisão directa. Sem disciplina, a competência individual não se converte em desempenho colectivo”, disse.
A ministra acrescentou que o rigor e princípio traduzem-se na busca pela excelência técnica. O que significa executar com precisão, verificar pormenores e rejeitar soluções medíocres. Cada documento emitido, serviço prestado, leva consigo a reputação desta instituição, por isso, todos devem fazer o seu trabalho com zelo e empenho.
Em relação à ética, a ministra destacou o valor por orientar e privilegiar a integridade, em detrimento da conveniência. Exige a transparência na prestação de contas, honestidade intelectual e imparcialidade na actuação.
Acredibilidade, prosseguiu, uma vez perdida, raramente se recupera. Por isso, deve-se saber respeitar o processo de ascensão profissional, trabalhando afincadamente para ter o reconhecimento merecido, mediante a promoção na carreira.
O respeito mútuo entre colegas, ressaltou, é uma condição essencial para um ambiente produtivo, que pressupõe apoio e escuta activa entre colegas, reconhecimento do mérito alheio e “feedback” construtivo.
“Não devemos ser arrogantes na relação com os colegas, devemos tratar a todos com respeito e altruísmo, independentemente da hierarquia inferior, aliás, a beleza do nosso carácter, é mensurada pela forma como lidamos com aqueles que em determinada circunstância, encontram-se numa posição subalterna”, alertou.
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